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Projeto Guanamangue: conheça o novo trabalho do Instituto Onda Azul

O Instituto Onda Azul teve o projeto aprovado no último edital do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FunBio). O projeto Guanamangue contará com a contribuição de professores e pesquisadores de diversas universidade do Rio de Janeiro para o desenvolvimento de estudos e estratégias de fortalecimento das Unidades de Conservação (UCs) da APA de Guapi-mirim, Estação ecológica (ESEC) da Guanabara e o Parque Natural Municipal Barão de Mauá (PNMBM).

Para isso, serão realizadas pesquisas científicas, a fim de aumentar o conhecimento em temas prioritários e embasar tomadas de decisões, e ações socioambientais, para geração de impactos positivos diretos e imediatos às comunidades locais.




O projeto

Junto com o aumento das emissões de gases do efeito estufa nas últimas décadas, cresceu também a percepção da sociedade sobre os prejuízos sociais e econômicos que podem ser provocados pelas mudanças climáticas. Isso levou a um interesse cada vez maior em minimizar os potenciais impactos desse aumento de gases no clima.

Para dar conta desses novos desafios, é que nasceu o projeto Guanamangue. Ele é estruturado em cinco núcleos de atividades:


1- Estudo do potencial de estoque de carbono mantido pelas florestas de mangue;

2- Estudo sobre a Andada dos Caranguejos;

3- Estudos sobre o Robalo;

4- Turismo de base comunitária;

5- Fortalecimento Comunitário e Educação Ambiental.


Com isso, além de deixar um legado para a comunidade científica, o projeto também busca deixar sua marca socialmente, promovendo:


  • O fortalecimento da comunidade de pescadores e caranguejeiros;

  • O aumento da atividade turística;

  • O fortalecimento da gestão das UCs;

  • O aumento da exposição midiática;

  • O fortalecimento da economia sustentável na Baía de Guanabara.


Sobre as UCs



O recôncavo da Baía de Guanabara abriga uma vasta área de manguezais, formadas pelas Unidades de Conservação assistidas pelo projeto Guanamangue. A área de proteção de Guapimirim foi criada em 1984 como a primeira UC brasileira com o objetivo explícito de proteção e conservação de manguezais. Ela possui uma extensão de14 mil hectares e abrange os municípios de Magé, Guapimirim, Itaboraí e São Gonçalo.

Já o Parque Natural Municipal Barão de Mauá foi criado em 2012 e possui 116 hectares. Foi a área mais impactada pelo grave derramamento de óleo que ocorreu nos anos 2000 e que liberou mais de 1,3 milhões de litros de combustível na Baía de Guanabara.

A Estação Ecológica (ESEC) da Guanabara foi criada em 2006 e possui cerca de dois mil hectares.




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